terça-feira, 31 de julho de 2012

Aplicação da semelhança de triângulos no cálculo de alturas.



       Olhando a paisagem de uma cidade é possível aplicar na prática o uso da semelhança de triângulos para  calcular a altura de prédios e árvores. Entretanto é necessário o uso da trena para calcular as medidas dos lados dos triângulos semelhantes, e também utilizar o transferidor para medir os seus ângulos, verificando as possíveis diferenças entre a altura real e a altura calculada.

                                         Idalice Maria Santiago Oliveira, Maria Tânia Soares da Silva,
                                                   Ricardo Meneses da Silva, Vannilla Vidal do Nascimento.

quarta-feira, 4 de julho de 2012




Prefeitura Municipal de Boqueirão
Secretária de Educação e Cultura
Formação continuada para professores do Ensino Fundamental II

A importância da valorização do esporte para o resgate da cidadania brasileira.

Eduardo Ernesto do Rêgo
Rita Maria Cordeiro de Menezes trovão
O Brasil teve origem a partir de três grandes etnias, o negro, o branco (europeu) e o índio. Na constituição do povo brasileiro, se instalou a desigualdade racial, onde o negro foi forçadamente trazido da sua terra natal (a África) e escravizado pelos europeus (sociedade brasileira no período colonial) em um primeiro momento para o cultivo da cana de açúcar e posteriormente para os trabalhos forçados nos garimpos desse país. O contexto do índio não foi muito diferente, pois além de terem suas vidas transformadas em sua terra natal, ainda foram acometidos ao genocídio.
Dessa maneira, a forma como a sociedade brasileira foi constituída no decorrer do seu processo de formação histórica reflete hoje no seu contexto de desigualdade social e econômica, onde não só o negro, e o índio, mais todos os que vivem a margem do capitalismo, sofrem de vários tipos de exclusão e descriminações, principalmente no ambiente escolar.
Dessa forma destacamos o esporte como uma das formas de resgatar a auto-estima e a dignidade dos “cidadãos interrompidos” deste país, visto que através das atividades esportivas os indivíduos conseguem uma maior integração independente de poder aquisitivo ou da posição social ocupada na sociedade, cabe de nós, educadores, cobrarmos políticas públicas eficazes voltadas para o incentivo ao esporte nas escolas, principalmente nas escolas públicas, contribuindo assim para uma melhor aprendizagem dos alunos e para ampliar suas possibilidades de resgate da cidadania que se encontra á séculos perdida em nosso país.

A IMPORTÂNCIA DO SER ÉTICO NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA.

Eduardo Ernesto do Rêgo.
Professor de Geografia da Rede Municipal de Ensino em Aroeiras e Boqueirão-PB
 Mestre em Geografia PPGG/UFPB;
ernestovirtual@hotmail.com

            Hoje em dia é muito comum dizermos ou escutarmos que falta de ética! Mas qual é o significado da palavra ética? O que tem induzido os indivíduos a tornarem-se antiéticos? Qual a importância da ética na sociedade atual? Ser ético é ter uma postura comportamental baseada na boa conduta e no discernimento do que seja considerado certo e errado.  Entretanto, no mundo contemporâneo verificamos uma extrema banalização dos valores éticos, onde destacamos o modo de produção capitalista como o principal elemento causador ou influenciador desta banalização, uma vez que este sistema induz os indivíduos a buscarem formas de conseguir poder e dinheiro a qualquer custo, mesmo que para isso tenham que desconsiderar os princípios éticos. Nesse contexto, podemos afirmar que mesmo não sendo uma tarefa fácil definir a palavra ética do ponto de vista epistemológico, o mais difícil é fazer com que uma sociedade eivada de ganância e sede por poder conscientize-se que sem uma mudança urgente de paradigma, na qual a ética seja valorizada e colocada em prática, o caos se infiltrara para sempre na nossa civilização, sendo que este fato não nos afetará apenas na esfera filosófica, mas também no âmbito socioeconômico, político e ambiental. Nessa ótica, torna-se necessário fazermos a nossa parte e procurarmos desenvolver em nosso cotidiano pequenos gestos éticos que podem fazer a diferença e ganhar aos poucos uma proporção global, como exemplo desses pequenos gestos, citamos: respeitar o nosso semelhante, não poluir o nosso espaço local, votar conscientemente, e principalmente, procurar agir com os outros da maneira que gostaríamos que agissem conosco.





O PAPEL IDEOLÓGICO DA EDUCAÇÃO NA AUTONOMIA DA CLASSE OPERÁRIA
Eduardo Ernesto do Rêgo.
Professor de Geografia da Rede Municipal de Ensino – Aroeiras e Boqueirão-PB.
Mestre em Geografia PPGG/UFPB;
ernestovirtual@hotmail.com

Dentre os principais fatores condicionantes da pobreza e do desenvolvimento social e econômico dos indivíduos na atual conjuntura global, a educação ocupa um posto de destaque, visto que o acesso a educação pública de qualidade, tem o poder de reduzir as desigualdades sociais e ampliar a consciência política dos indivíduos que se encontram a margem do sistema capitalista, os tornando autônomos e capazes de melhorar a realidade onde estão inseridos. Por não ser um ato neutro, a educação não pode ser resumida a uma simples transmissão de conteúdos, onde o educador é programado apenas para ser o senhor do saber, um ditador que repassa conteúdos formais e descontextualizados da realidade de seus educandos que são incumbidos apenas de assimilar esses conteúdos e reproduzi-los da mesma forma que foram assimilados, ou seja, de forma mecânica e acrítica, a esse tipo de educação tradicional, Paulo Freire classificou de educação bancária, por simbolicamente representar o aluno como um depósito de informações descontextualizadas de sua realidade, neutralizando dessa forma a capacidade de questionamento desses indivíduos. Dessa forma, a educação para a emancipação (crítica) deve promover a participação plena dos alunos no contexto social, econômico e político do país e da localidade inserida, buscando assim transformar as rígidas estruturas sociais, em sociedades pautadas na reflexão e na ação democrática.



terça-feira, 26 de junho de 2012


Tecnologia da informação e da comunicação no ambiente escolar.

Partindo da necessidade que temos hoje, de fazer uso das “novas tecnologias” no nosso cotidiano, no exercício da nossa profissão não deve ser diferente, tendo em vista a facilidade e proximidade que a maioria dos nossos alunos tem dessa ferramenta rápida e de fácil acesso chamada internet.
Você educador já pensou em fazer ou teve a oportunidade de trabalhar com seus alunos como preencher gabarito de leitura ótica? Será que quando chegar à hora deles participarem de olimpíadas científicas, se submeterem a provas de vestibular eles vão estar preparados para preencherem conscientemente e sem nenhuma dificuldade?
Outro ponto importante a respeito do uso dessas ferramentas tecnológicas é que de forma alguma substituíram a presença do professor em sala de aula, não substituirá o contato visual, auditivo e principalmente o contato sócio-afetivo que se precisa ter entre professor e aluno.
Nossas escolas hoje, públicas ou privadas tentam se adequar ao que se tem de melhor em recursos tecnológicos para tornar as aulas mais dinâmicas, interativas e mais participativas, temos vários exemplos dessa gama de recursos como o data show, computadores com acesso a internet, simuladores entre outros, no entanto se enganam os professores que acham que baixar uma aula pronta num site qualquer, utilizando o Google como “salvação” para não preparar aula, que os alunos não vão saber de onde foi retirada a aula.
Nós professores precisamos entender que somos “vendedores de idéias”, e que um bom professor é aquele que consegue utilizar o seu “poder de sedução” para cativar seu aluno e trazê-lo para caminhar junto. Somos detentores do processo, mas não somos detentores do conhecimento, refletir e colocar em prática já seria um grande avanço no processo educativo, beneficiando a todos que fazem a comunidade escolar no nosso país.
Não dá para sermos utópicos em acreditar que essa realidade vai ser alterada rapidamente, mas isso não significa “entregar os pontos”, esses alunos precisam de momentos que valham a pena serem vivenciados, deixando-os preparados para toda e qualquer exigência de avaliações a nível municipal, estadual e federal.
A tecnologia de informação e comunicação (TIC) está disponível para que nós coloquemos nossos alunos para pensar, produzir pois em muitas situações eles dominam mais essas ferramentas do que nós professores, então o que nós estamos esperando? coloquemos nossos alunos para trabalhar para nós, adquirindo senso de responsabilidade, sentindo-se útil nas aulas, motivando os demais alunos e sendo peça principal no processo de melhoria da qualidade do ensino aprendizagem.


Prof. Jurandy Cardoso e Prof. Pollyanna Meireles.
E.M.E.F. José Fernandes de Oliveira  - Distrito do Marinho.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Brasilidade

                                           
    O Brasil é muito diverso: plantas, animais, regiões, cidades, lugares, e com o ser humano não é diferente. Em meio a tanta diferença, percebe-se a variada gama de raças, cores e crenças que existem em nosso país, e com estas, traços culturais provenientes de cada um. Isso é Que faz nossa cultura ser tão rica e diversa como é. Em qualquer lugar que estivermos seremos sempre esse povo rico, diverso e cultural por natureza.
     Nós temos de tudo para sermos felizes, mas devido a desigualdade social, a mesticidade de raças e religião, e etc; o preconceito se torna presente.
     Muitas pessoas jogam a responsabilidade de educar, para a escola e esquecem que o dia-a-dia influência muito a formação do ser humano.
*A família é a base, é nela que nos espelhamos.                                      
*A escola é o complemento, é onde aprendemos a organizar nossas idéias.
*A sociedade é onde colocamos nossas idéias em prática.
     Não adianta só a escola tentar educar se a família não ajudar.Por exemplo, em Chaves animado, Kiko aprende na escola como se comportar e que deve tratar as pessoas por igual. Mas Dona Florinda (sua mãe) tem preconceito com os pobres e não quer que ele se aproxime dos vizinhos da vila.
     Então para termos um Brasil melhor temos que mudar a nós mesmos. E para que seja mais fácil essa mudança é necessário que haja interação entre família/escola/sociedade.


A cultura de um povo
Demonstra sua identidade
Os traços em cada rosto,
E não importa a idade,
Basta só um sorriso
E já vemos felicidade.

O Brasil é um país
Rico e maravilhoso
A cultura de sua gente
É um diamante precioso
Por isso sou brasileiro
E de ser sou orgulhoso.

Em tanta brasilidade
Surge então, grande defeito,
Cultura, religião, etnia,
Fomentando o preconceito.
Pra se firmar o ditado:
“Não existe bom sem defeito!”
                                                                                                                         
                         Joab Jorge Leite de Matos Júnior,
                                     Josefa Maria de Oliveira,
                                            Vannilla Vidal do Nascimento.

A alegria

                                       
     A imagem mostra a interação das crianças parando o jogo de futebol e o trabalho na terra, para mostrar a alegria  do grupo na hora de ser fotografado. Mesmo em situações tão diferentes, a alegria está estampada no rosto deles.                                                                                      
    Na outra situação, duas crianças estão concentradas no trabalho de pintura sem demonstrar que perceberam o momento que foram fotografadas.
   Já as últimas imagens abordam turmas do ensino básico, com crianças aprendendo de maneira lúdica, demonstrando também a socialização entre elas e a realização de atividades de leitura e escrita com mediação da professora. É perceptível no fisionomia das crianças o interesse pelos jogos e o ambiente em que se encontram.                
                                                               Alcymarya, Inalda.